DA REDAÇÃO
Siga em: twitter.com/OTEMPOonline
Por meio de uma videoconferência, a corregedora nacional de Justiça,
ministra Eliana Calmon, fez nesta segunda-feira, 14, a abertura dos
trabalhos de inspeção ordinária no Tribunal de Justiça de Minas Gerais
(TJMG) e Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG). De acordo
com o TJMG, a ministra afirmou que a inspeção é de rotina e que a
princípio não há nenhuma denúncia a investigar.
A partir de agora, já é possível fazer denúncias contra o Judiciário Mineiro no hall do anexo II do TJMG. As denúncias serão registradas pelos juízes auxiliares e os técnicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo o presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, não há nenhuma anormalidade na rotina de trabalhos do Tribunal mineiro. “Caso seja encontrado algum equívoco, espera-se que haja uma orientação para que busquemos o acerto”, disse. O magistrado ressaltou que os Estados brasileiros convivem com características próprias e que, por isso,há a necessidade de que essas características sejam avaliadas durante as inspeções.
O conselheiro do CNJ, Jefferson Kravchychyn, complementou que o propósito da inspeção é também compartilhar boas experiências e disse que se equívocos forem constatados soluções serão apontadas. “As rotinas de trabalho serão analisadas de forma ampliada para que possamos compreender a estrutura do TJMG”.
O juiz auxiliar do CNJ, Erivaldo Ribeiro, esclareceu que o CNJ não tem poder para alterar decisões judiciais. “Se houver reclamação por excesso de prazo, isso será analisado num procedimento específico”.
A partir de agora, já é possível fazer denúncias contra o Judiciário Mineiro no hall do anexo II do TJMG. As denúncias serão registradas pelos juízes auxiliares e os técnicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo o presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, não há nenhuma anormalidade na rotina de trabalhos do Tribunal mineiro. “Caso seja encontrado algum equívoco, espera-se que haja uma orientação para que busquemos o acerto”, disse. O magistrado ressaltou que os Estados brasileiros convivem com características próprias e que, por isso,há a necessidade de que essas características sejam avaliadas durante as inspeções.
O conselheiro do CNJ, Jefferson Kravchychyn, complementou que o propósito da inspeção é também compartilhar boas experiências e disse que se equívocos forem constatados soluções serão apontadas. “As rotinas de trabalho serão analisadas de forma ampliada para que possamos compreender a estrutura do TJMG”.
O juiz auxiliar do CNJ, Erivaldo Ribeiro, esclareceu que o CNJ não tem poder para alterar decisões judiciais. “Se houver reclamação por excesso de prazo, isso será analisado num procedimento específico”.
Com TJMG
Nenhum comentário:
Postar um comentário