Denúncia
Publicado no Jornal OTEMPO em 05/05/2012
FOTO: CHARLES SILVA DUARTE -2.9.2011
A lagoa da Pampulha teria sido usada como cemitério clandestino
Brasília.
Segundo reportagem do site IG, a lagoa da Pampulha é citada pelo
ex-delegado da Polícia Civil do Espírito Santo, Cláudio Guerra, no livro
"Memórias de uma Guerra Suja" como um de vários cemitérios clandestinos
utilizados pelos militares durante o regime militar.
Além da Pampulha, Guerra cita a existência outros cemitérios clandestinos em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no sítio de Josmar Bueno, ex-policial civil paulista e hoje juiz da Federação Paulista de Boxe, no subsolo da Delegacia de Roubos e Furtos de Belo Horizonte e até no penhasco da Tijuca. Em contato com o iG, Josmar Bueno negou que seu sítio fosse utilizado como cemitério clandestino.
O ex-delegado conta, com base em informações de colegas do antigo DOPS, que após morrerem na carceragem da 16ª Delegacia de Polícia da capital mineira, os presos tiveram seus corpos jogados na lagoa da Pampulha. "As pessoas que morriam ali eram esquartejadas, ensacadas e jogadas na própria lagoa, com pesos. Foi o que ouvi, nunca participei desses fatos", diz Guerra.
Além da Pampulha, Guerra cita a existência outros cemitérios clandestinos em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no sítio de Josmar Bueno, ex-policial civil paulista e hoje juiz da Federação Paulista de Boxe, no subsolo da Delegacia de Roubos e Furtos de Belo Horizonte e até no penhasco da Tijuca. Em contato com o iG, Josmar Bueno negou que seu sítio fosse utilizado como cemitério clandestino.
O ex-delegado conta, com base em informações de colegas do antigo DOPS, que após morrerem na carceragem da 16ª Delegacia de Polícia da capital mineira, os presos tiveram seus corpos jogados na lagoa da Pampulha. "As pessoas que morriam ali eram esquartejadas, ensacadas e jogadas na própria lagoa, com pesos. Foi o que ouvi, nunca participei desses fatos", diz Guerra.

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