quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Governo de Minas não comenta corte de vagas para servidores públicos

A Secretaria de Planejamento e gestão não quis comentar o corte de 165 mil vagas. Disse apenas que uma reforma administrativa está em discussão e que projeto de lei sobre o assunto será enviado à Assembleia Legislativa


postado em 28/01/2016 09:48 / atualizado em 28/01/2016 10:37


O governo de Minas não adiantou se haverá cortes de vagas do funcionalismo, com a reforma administrativa. De acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhâes, o assunto ainda está sendo tratado pelo Executivo. "As medidas para redução do gasto público ainda estão sendo validadas com todo o Governo de Minas de forma a reduzir custos sem prejudicar o atendimento à população”, afirmou o secretário na manhã desta quinta-feira.


O jornal Folha de S.Paulo informou na edição de hoje que haverá  extinção de 165 mil vagas hoje não preenchidas, representando 42% dos 391 mil servidores da administração estadual. "Vamos fazer um corte grande", teria dito o governador Fernando Pimentel ao jornal para justificar o corte. Em nota, o secretário do Planejamento não comentou o corte. "O projeto de reforma administrativa do estado será enviado para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais no início do ano legislativo. Na ocasião, todas as ações serão anunciadas", diz o texto.

A Folha de S.Paulo afirma ainda que a medida atingirá todos os órgãos do governo, exceto a área de segurança pública. Além disso, o governo de Minas deverá promover a fusão de 26 órgãos e secretaria. De acordo com a matéria, as medidas se justificam em função da queda da arrecadação no ano passado, quando eram esperados uma coleta da ordem de R$ 85 bilhões, que acabou se confirmando na casa dos R$ 75 bilhões.

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