16/05/2014 11h06
- Atualizado em
16/05/2014 11h38
Militares realizaram na manhã desta sexta treinamento em Copacabana.
Navio-patrulha oceânico custou R$ 120 milhões; dois deles ficarão no Rio.
Treinamento aconteceu na Baía de Guanabara na manhã desta sexta-feira (16) (Foto: Mariucha Machado/G1)
A segurança marítima do Rio será intensificada durante a Copa do Mundo.
A Força Naval Componente colocará à disposição, durante o mundial de
futebol, 23 embarcações e 2 mil militares que vão trabalhar de forma
integrada com o Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio e do
Espírito Santo. A Marinha vai acompanhar o tráfego marítimo, realizar
patrulhamento naval e fazer inspeção nas áreas marítimas e portuárias.
"O papel das Forças Armadas é prever uma Copa do Mundo. Toda a
população pode ficar tranquila. Os eventos que ocorreram antes da Copa
foram um teste para a Marinha. O pessoal está capacitado para qualquer
tipo de ocorrência", disse o comandante Álvaro Lemos.
Treinamento
Visando aos jogos, o comando do 1º Distrito Naval realizou nesta sexta-feira (16) um treinamento com o Navio-Patrulha Oceânico Amazonas (P120), Navio-Patrulha Macaé (P70), uma embarcação do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal e uma embarcação civil para apoio. A Marinha comprou três novos navios-patrulha oceânico do Reino Unido em 2012; dois deles ficam no Rio e um em Natal, no Rio Grande do Norte. Cada um custou R$ 120 milhões.
Visando aos jogos, o comando do 1º Distrito Naval realizou nesta sexta-feira (16) um treinamento com o Navio-Patrulha Oceânico Amazonas (P120), Navio-Patrulha Macaé (P70), uma embarcação do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal e uma embarcação civil para apoio. A Marinha comprou três novos navios-patrulha oceânico do Reino Unido em 2012; dois deles ficam no Rio e um em Natal, no Rio Grande do Norte. Cada um custou R$ 120 milhões.
Embarcação da Marinha tem canhão para eventual
emergência (Foto: Mariucha Machado/G1)
emergência (Foto: Mariucha Machado/G1)
A atividade simulou uma ação de patrulha naval, próximo a orla de
Copacabana, na Zona Sul, onde teria sido identificada a presença de uma
embarcação suspeita. O comandante do P120 ordenou que o barco parasse as
máquinas e enviou um grupo para inspecioná-lo. Durante o exercício, a
equipe — formada por militares e agentes da PF — encontrou resistência
por parte da tripulação. Após o controle, a embarcação foi escoltada até
a Capitania dos Portos.
"Dois mil militares vão atuar na área do Rio de Janeiro e do Espírito
Santo. A área que cabe aos navios do Rio será entre a Baía de Guanabara
até o Recreio. O Amazonas vai ficar um pouco afastado da costa, por ser
de porte maior e as menores mais próximas. Caso tenha uma ameaça vindo
do mar, nós seremos a primeira barreira", falou o comandante.
Dados técnicos
O navio-patrulha possui um Centro de Informação e Combate (CIC), com câmeras, radares e computadores. Os equipamentos auxiliam nas decisões do comandante. Do local, é possível controlar remotamente os canhões do navio.
O navio-patrulha possui um Centro de Informação e Combate (CIC), com câmeras, radares e computadores. Os equipamentos auxiliam nas decisões do comandante. Do local, é possível controlar remotamente os canhões do navio.
Velocidade máxima: 25 nós
Autonomia: 35 dias
Comprimento total: 90,5 metros
Capacidade de carregamento: 6 contêineres
Autonomia: 35 dias
Comprimento total: 90,5 metros
Capacidade de carregamento: 6 contêineres
Polícia Federal no Rio de Janeiro também participou do treinamento. (Foto: Mariucha Machado/G1)
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