Minas
ocupa o quarto lugar no ranking de distribuição de recursos, mas as
secretarias estadual e municipal de saúde não sabem informar onde serão
os investimentos
O Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$
17.755.830,90 para a melhoria e ampliação da rede de atendimento básico
de saúde em Minas Gerais. Os demais estados brasileiros também receberão
recursos por meio do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Estaduais.
Os recursos, repartidos entre o Estado e os municípios, serão repassados de acordo com avaliação de uma comissão bipartite formada por representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) e da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.
A SES/MG não soube informar quais são as obras ou medidas prioritárias na rede de atendimento básico de saúde do Estado. O órgão informou ainda que uma avaliação técnica deve ser feita para levantar como os recursos serão utilizados.
Já a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que como os recursos serão repassados do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Estadual de Saúde, os critérios de distribuição serão definidos no âmbito da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). A PBH informou ainda que só após essa definição, uma proposta de aplicação dos recursos deve ser apresentada. A Secretaria Municipal de Saúde não soube informar quais são as principais demandas da rede de atendimento básico na capital.
Rede de Urgência e Emergência
Na última quinta-feira (10), o Governo de Minas anunciou a criação da Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião Centro e do Samu Macrorregional que, inicialmente, vai abarcar 104 municípios da região Central do Estado.
A Rede deve atender 6 milhões de pessoas e o objetivo do projeto, realizado em parceria com o Governo Federal, é agilizar e melhorar a qualidade dos serviços para quem precisa de rapidez no atendimento médico.
O projeto para a implantação da Rede na região Central prevê investimentos de R$ 5,16 milhões. Até 2014, devem ser abertos 790 leitos clínicos, 340 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) adulto e pediátrico e 390 leitos de longa permanência nos hospitais participantes do projeto. Além disso, devem ser criadas 52 equipes multiprofissionais de atenção domiciliar, que continuarão acompanhando o paciente após a alta hospitalar.
Já o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que atualmente é restrito aos municípios com mais de 100 mil habitantes, deve ser estendido a todos os 104 municípios mineiros que integram a região Central do Estado.
Os recursos, repartidos entre o Estado e os municípios, serão repassados de acordo com avaliação de uma comissão bipartite formada por representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) e da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.
A SES/MG não soube informar quais são as obras ou medidas prioritárias na rede de atendimento básico de saúde do Estado. O órgão informou ainda que uma avaliação técnica deve ser feita para levantar como os recursos serão utilizados.
Já a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que como os recursos serão repassados do Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Estadual de Saúde, os critérios de distribuição serão definidos no âmbito da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). A PBH informou ainda que só após essa definição, uma proposta de aplicação dos recursos deve ser apresentada. A Secretaria Municipal de Saúde não soube informar quais são as principais demandas da rede de atendimento básico na capital.
Rede de Urgência e Emergência
Na última quinta-feira (10), o Governo de Minas anunciou a criação da Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião Centro e do Samu Macrorregional que, inicialmente, vai abarcar 104 municípios da região Central do Estado.
A Rede deve atender 6 milhões de pessoas e o objetivo do projeto, realizado em parceria com o Governo Federal, é agilizar e melhorar a qualidade dos serviços para quem precisa de rapidez no atendimento médico.
O projeto para a implantação da Rede na região Central prevê investimentos de R$ 5,16 milhões. Até 2014, devem ser abertos 790 leitos clínicos, 340 leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) adulto e pediátrico e 390 leitos de longa permanência nos hospitais participantes do projeto. Além disso, devem ser criadas 52 equipes multiprofissionais de atenção domiciliar, que continuarão acompanhando o paciente após a alta hospitalar.
Já o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que atualmente é restrito aos municípios com mais de 100 mil habitantes, deve ser estendido a todos os 104 municípios mineiros que integram a região Central do Estado.
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