MANIFESTAÇÃO
Guardas municipais cruzam os braços e fazem manifestação em Belo Horizonte
22/02/2013 08h48
TABATA MARTINS
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Parte dos integrantes da Guarda Municipal de Belo Horizonte cruzou os
braços e participa de uma manifestação na manhã desta sexta-feira (22). O
grupo está reunido em frente à sede da Guarda Municipal, que é
localizada na avenida dos Andradas, no centro da capital mineira.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do
Estado de Minas Gerais (Sindiguardas-MG), Pedro Ivo Bueno, pelo menos
40% do efetivo escalado participa do movimento e a categoria reivindica
reajuste salarial, posse de armas, adicional de risco, aumento do vale
lanche de R$ 1,50 para R$ 6 e imediata retirada dos militares
reformados da Polícia Militar do comando da guarda. “Toda a categoria
está totalmente insegura em atuar como guardas municipais, uma vez que,
só nos últimos seis meses, já ocorreram mais de 10 atentados contra os
guardas na capital mineira”, diz Pedro Ivo Bueno.

Em contato com o comandante da Guarda Municipal de Belo Horizonte, coronel Ricardo Belione de Menezes, a reportagem do Portal O TEMPO Online
foi informada que não há greve e sim apenas um protesto de parte dos
integrantes do Sindiguardas-MG, que, segundo ele, nem é regularizado. “A
palavra greve é muito pesada para ser usada. O que acontece é um
pequeno protesto e, para garantir a segurança dos outros guardas não
envolvidos, eu não permiti que eles saíssem às ruas nesta sexta. Em
torno de 80 homens que atuam no trânsito e na ronda ainda permanecem na
nossa sede”, explicou o comandante.

Em relação à regularização do Sindiguardas-MG, Pedro Ivo Bueno negou a
acusação do comandante geral da Guarda Municipal de Belo Horizonte e
ainda a classificou como absurda. “Somos regularizados corretamente e
tenho todo os documentos do protocolo que foi feito na própria sede da
guarda”, afirma Pedro Ivo Bueno.

O previsto é que os guardas municipais façam uma passeata até à Prefeitura de Belo Horizonte, na avenida Afonso Pena.
Ainda conforme informações do coronel Ricardo Belione de Menezes, os
protestantes estão bastante inflamados e, enquanto a situação não for
controlada, os guardas não participantes não serão liberados para
trabalhar.
Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/guardas-municipais-cruzam-os-bracos-em-bh

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