segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mundo reverencia massacre brasileiro no Maracanã

Hoje em Dia


Reprodução
Maracantazo

Não foi só o Maracanã que aplaudiu de forma efusiva a Seleção Brasileira após a brilhante atuação contra a Espanha na final da Copa das Confederações. A imprensa do mundo inteiro se rendeu ao show contra os campeões mundiais e estampou o feito em suas manchetes.
Principal jornal esportivo da Espanha, o Marca, de Madri, brincou com a esperança de um novo “Maracanazo”. Após o jogo, chamou a vitória de “Maracantazo”, em referência ao “encanto” da atuação brasileira.
Para o “Mundo Deportivo”, da região da Catalunha, mais importante do que os jogos do Brasil têm sido as atuações de Neymar, o novo contratado do Barcelona. Ontem, após o jogo, o site da publicação deu ao atacante os méritos pela conquista brasileira e exaltou que “Neymar esmagou a Vermelha”, como chamam a seleção espanhola.
Outra publicação do país, o diário “As” disse em seu site que foi o confronto entre “o melhor Brasil e a pior Espanha”. O jornal também evidenciou que foi o “primeiro grande revés em cinco anos”.
Argentina
Nem mesmo os argentinos, que gostam de provocar os brasileiros, ficaram de fora dos elogios. Em referência aos protestos no país, o Olé apontou que foi uma “manifestação de futebol”. O jornal também citou uma verdadeira “febre amarela” no Maracanã. “O Brasil brilhou no estádio e deu um verdadeiro baile em uma irreconhecível Espanha”, disse o diário hermano.
O “Clarín” apontou que a Seleção teve “a noite dos sonhos” no novo Maracanã e citou um “deleite” de Neymar.
Para os italianos do “La Gazzetta dello Sport”, o mundo viu um show de Fred e Neymar. O jornal afirmou que “o Brasil humilhou a Espanha”.
O francês “L’Equipe” exaltou o ex-jogador do Lyon, falou em um Maracanã “vulcânico”, afirmou que a “Espanha nunca tinha vivido uma noite tão negra”.
Os ingleses do “The Sun” afirmaram que “o Brasil lembrou a campeã mundial Espanha”, e destacou que a equipe “não perdia por 3 gols desde a derrota para o País de Gales, em 1985”.

Nenhum comentário: