14/10/2013 11h31
- Atualizado em
14/10/2013 12h19
Presidente afirmou que não está preocupada com possíveis adversários.
Chefe do Executivo visitou o município de Itajubá, no sul de Minas.
Dilma participa de inauguração de fábrica, em
Itajubá (MG), ao lado do governador Antônio
Anastasia (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Itajubá (MG), ao lado do governador Antônio
Anastasia (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
A presidente Dilma Rousseff
afirmou nesta segunda-feira (14) que respeita todos os candidatos que
irão disputar a eleição presidencial do ano que vem e que “ninguém pode
ir no salto alto”. A chefe do Executivo disse ainda que, na avaliação
dela, não é possível se preocupar com a eleição de 2014 e governar o
país ao mesmo tempo.
Questionada em entrevista a rádios da cidade de Itajubá
(MG) sobre o cenário político criado a partir da aliança entre a
ex-senadora Marina Silva (PSB) o presidente do PSB e governador de
Pernambuco, Eduardo Campos, Dilma ressaltou que não está preocupada
sobre quem será candidato a sua sucessão.
“Não é uma questão para qual eu possa destinar toda a minha atenção. Agora, eu respeito todas as pessoas que pleiteiam, acho todos os pleitos extremamente legítimos. Meu problema é governar, não é ficar preocupada com quem vai ser candidato, até porque há indefinições. Então apesar de respeitar e de achar que ninguém pode ir no do salto alto, o meu problema não é salto alto, meu problema é o seguinte: não dá para fazer as duas coisas simultaneamente, eu tenho que governar”, enfatizou a presidente antes de participar da cerimônia de inauguração de uma fábrica de componentes elétricos no sul de Minas.
“Não é uma questão para qual eu possa destinar toda a minha atenção. Agora, eu respeito todas as pessoas que pleiteiam, acho todos os pleitos extremamente legítimos. Meu problema é governar, não é ficar preocupada com quem vai ser candidato, até porque há indefinições. Então apesar de respeitar e de achar que ninguém pode ir no do salto alto, o meu problema não é salto alto, meu problema é o seguinte: não dá para fazer as duas coisas simultaneamente, eu tenho que governar”, enfatizou a presidente antes de participar da cerimônia de inauguração de uma fábrica de componentes elétricos no sul de Minas.
Dilma ainda aconselhou os demais candidatos ao Palácio do Planalto a
estudarem o país e se prepararem. “Para as pessoas que querem concorrer
ao cargo, elas têm que se preparar, elas têm de estudar muito, elas têm
de ver quais são os problemas do Brasil, ter propostas. Eu passo o dia
inteiro fazendo o quê? Governando”, destacou a presidente.
Segundo a petista, ela vai passar a tratar sobre sua tentativa de
reeleição em momento oportuno. "Para mim, minha atividade principal é
exercer até o último minuto a Presidência da República”, observou.
Apesar do discurso de que não está preocupada com o cenário eleitoral, Dilma se reuniu na última quinta-feira (10), no Palácio da Alvorada,
com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o marqueteiro João
Santana, o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão (SP), e o
ministro da Educação, Aloizio Mercadante. De acordo com o titular da
Educação, ao longo das mais de quatro horas de conversa na residência
oficial, o grupo tratou, entre outros assuntos, sobre as eleições de
2014.
Intenção de voto
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal "Folha de S.Paulo" indicou que Dilma Rousseff teria 42% das intenções de voto e venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) pelo jornal "Folha de S.Paulo" indicou que Dilma Rousseff teria 42% das intenções de voto e venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Além do cenário com Dilma, Aécio e Campos, o instituto testou outros três. Em um, Dilma teria como adversários a ex-senadora Marina Silva (PSB) e Aécio Neves; em outro, o ex-governador José Serra (PSDB) e Eduardo Campos; e, no terceiro, Marina Silva e José Serra.
Nos três cenários, Dilma aparece na frente, mas não venceria no
primeiro turno. Ela somaria 39% das intenções de voto contra Marina
(29%) e Aécio (17%); teria 40% contra Serra (25%) e Campos (15%); e 37%
contra Marina (28%) e Serra (20%). Brancos e nulos seriam 10%, 15% e
10%, respectivamente; não sabem, 5%, 6% e 5%.
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