A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado que não há nada resolvido sobre a alta do preços dos combustíveis
Publicação: 02/11/2013 12:36 Atualização: 02/11/2013 12:57
A presidente Dilma Rousseff disse por meio de nota divulgada neste sábado que “são infundadas as informações" de que ela teria aprovado um "gatilho" para reajustar os preços dos combustível duas a três vezes por ano.
Saiba mais...
Dilma aprova 'gatilho' para combustíveis
Gatilho para combustíveis dispara irritação na Fazenda
Na nota divulgada no Blog do Planalto, a
presidente admitiu, no entanto, mas sem entrar em detalhes sobre o
assunto, que emitiu opinião “ a respeito de mecanismo de reajustes de
preços dos combustíveis “. Contudo, Dilma destaca que “ nenhum
documento sobre esse tema sequer chegou à Presidência da República”.
Entenda o caso
Na disputa interna aberta no governo em torno da dimensão e da forma do reajuste do preço da gasolina, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, teria levado a melhor no embate com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Um auxiliar presidencial informou nessa sexta-feira que a presidente Dilma Rousseff teria avalizado a concessão de um "gatilho" para reajustar os preços dos derivados de petróleo, "duas ou três vezes por ano", e garantir "previsibilidade" aos planos de negócios da Petrobrás, informou ao Estado um auxiliar presidencial.
Graça defendia exatamente um mecanismo que desse previsibilidade às correções da gasolina e do diesel, mas Mantega resistia. Tanto é que, na quarta-feira, ocorreu um curto-circuito: a presidente da Petrobrás divulgou um fato relevante explicando em linhas gerais o novo mecanismo de preços, e o ministro disse que a medida ainda estava em estudo e não poderia ser feita "de afogadilho". (Com Agência Estado)
Entenda o caso
Na disputa interna aberta no governo em torno da dimensão e da forma do reajuste do preço da gasolina, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, teria levado a melhor no embate com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Um auxiliar presidencial informou nessa sexta-feira que a presidente Dilma Rousseff teria avalizado a concessão de um "gatilho" para reajustar os preços dos derivados de petróleo, "duas ou três vezes por ano", e garantir "previsibilidade" aos planos de negócios da Petrobrás, informou ao Estado um auxiliar presidencial.
Graça defendia exatamente um mecanismo que desse previsibilidade às correções da gasolina e do diesel, mas Mantega resistia. Tanto é que, na quarta-feira, ocorreu um curto-circuito: a presidente da Petrobrás divulgou um fato relevante explicando em linhas gerais o novo mecanismo de preços, e o ministro disse que a medida ainda estava em estudo e não poderia ser feita "de afogadilho". (Com Agência Estado)
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