12/03/2013 07:14 - Atualizado em 12/03/2013 07:14
Raquel Ramos - Do Hoje em Dia
Eugênio Moraes/Hoje em Dia

Professor Igor Fuchs acredita que outro idioma pode abrir as portas para novas oportunidades
“Isso é importante para que elas possam receber os clientes gringos, sem enfrentar problemas de comunicação”, afirmou a vice-presidente da entidade, Laura Maria do Espírito Santo. Segundo ela, 20 turmas já estão formadas para atender 250 inscritos, incluindo travestis. Até a metade do ano que vem, o grupo terá uma aula por semana, com uma hora e meia de duração.
Com o tempo curto para ensinar, o combinado é que os professores darão prioridade às aulas de conversação e vocabulário técnico.
Embora já arranhe o espanhol, Lucimara Wieniesky, de 44 anos, está satisfeita pela chance de aprender outro idioma. “Eu já sentia essa necessidade antes. Não é porque a pessoa está em outro país que ela deixa de ser homem”, comentou.
Oportunidade
Mais do que o retorno financeiro, Igor Fuchs – um dos 11 professores voluntários – acredita que outro idioma pode abrir as portas para algo maior, como uma nova atividade.
Sem estudar há muito tempo, ela não disfarça a alegria de voltar às aulas. “Nunca é tarde para aprender, nem para ser feliz”, disse.
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