NO BAIRRO BETÂNIA
Entre os suspeitos, um menor de 14 anos foi apreendido; quarteto pensou que material não tivesse dono

Um policial civil foi preso na madrugada desta
sexta-feira por suspeita de furtar grama, terra e entulho de uma área às
margens do Anel Rodoviário, em Belo Horizonte. O agente e outras três
pessoas, inclusive um adolescente, foram levados pela Polícia
Rodoviária Estadual de Minas Gerais (PRE-MG) à delegacia de plantão. O
grupo prestou depoimento e foi liberado ainda na manhã de hoje.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o
delegado responsável pelo plantão "viu que o policial não tem ligação
com o furto", e que os outros três suspeitos eram "conhecidos" do
agente. Porém, o setor de comunicação da polícia não soube informar por
que o agente não havia denunciado o furto ao flagrar o crime.
"O delegado entendeu que não houve crime, pelo fato de a prefeitura não ter representado (pela posse da grama e do entulho)",
disse a assessoria de imprensa da Polícia Civil. O delegado de plantão
deve passar o caso à 1ª delegacia do Barreiro, responsável pela
investigação do caso. Porém, o registro já passará às mãos do próximo
delegado com uma recomendação do plantonista de que não houve crime de
furto.
PRE-MG diz que aconteceu crime de furto em rodovia
A PRE-MG afirmou que flagrou os suspeitos furtando o material, que era colocado em um veículo. "A situação do flagrante existiu, estava realmente ocorrendo um furto de material e nós encaminhamos para a delegacia. Agora, a providência é do delegado", disse o sargento Vitor Moreira, do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária.
A PRE-MG afirmou que flagrou os suspeitos furtando o material, que era colocado em um veículo. "A situação do flagrante existiu, estava realmente ocorrendo um furto de material e nós encaminhamos para a delegacia. Agora, a providência é do delegado", disse o sargento Vitor Moreira, do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária.
"Diante da ocorrência de flagrante, a gente faz o
registro e encaminha para o delegado. É o delegado que faz o inquérito
para fazer a investigação, aquela parte de polícia judicial", afirmou
ele. "Não cabe à Polícia Rodoviária Estadual julgar se a prefeitura vai
reclamar ou não."
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